Um dos objectivos estratégicos da Agenda Europeia para a Cultura (AEC) é a promoção da diversidade cultural e do diálogo intercultural, fontes de enriquecimento pessoal e inspiração criativa, factores decisivos de coesão social.
No sentido de apoiar a reflexão do grupo de trabalho em causa e de proporcionar ao perito português, António Pinto Ribeiro, elementos objectivos de análise que facilitem o cumprimento do seu mandato, o GPEARI entendeu fazer um levantamento da experiência de mobilidade de agentes e instituições culturais portuguesas.
É esse trabalho levado a cabo em parceria com o Observatório das Actividades Culturais que agora se dá a conhecer.
Os artistas e produtores culturais portugueses continuam a não pensar à escala internacional. Em 2008, só sete por cento dos espectáculos portugueses foram vendidos para circuitos externos, menos de metade dos espectáculos vindos de outros países que os portugueses consumiram. Falta também perspectiva mundial: quer na importação, quer na exportação, os nossos parceiros são sobretudo a Europa - a Espanha, em particular.
Autora: Alexandra Prado Coelho
Documento programático produzido pela Federación Estatal de Asociaciones de Gestores Culturales
Actualizado em Outubro de 2009
Documento programático produzido pela Federación Estatal de Asociaciones de Gestores Culturales
Aprovado pela Assembleia da FEAGC em 11 de Julho de 2009
Estudo efectuado pelo Professor Augusto Mateus, por encomenda do GPEARI.
Na presente publicação, o INE divulga os principais resultados relativos às “Estatísticas da Cultura - 2008”.
De: Rui Matoso
2008
(...) A definição de políticas públicas de cultura ao nível local promotoras da diversidade cultural é uma das preocupações fundamentais da A21C, no seu primeiro princípio pode ler-se “ A diversidade cultural é o principal património da humanidade (...) A diversidade cultural contribui para uma «existência intelectual, afectiva, moral e espiritual satisfatória» (Declaração Universal da
UNESCO sobre a Diversidade Cultural, artigo 3), e constitui um dos elementos essenciais de transformação da realidade urbana e social.” (...)
Análisis Económico del Sector delas Artes Escénicas en España
Investigación realizada por el equipo de la Fundació
Bosch i Gimpera de la Universitat de Barcelona
formado por: Lluís Bonet, dirección, Jaume Colomer, Xavier Cubeles, Albert de Gregorio, Rafael Herrera, Toni Tarrida
Diseño y realización del trabajo de campo a cargo de BCF Consultors
Xavier Cubeles, dirección
Bea Ferrer, coordinación
Fonte: Fundació Bosch i Gimpera de la Universitat de Barcelona
Barcelona 2008
(...) Espectáculos ao Vivo
Em 2008, realizaram-se 30 581 sessões de espectáculos ao vivo, com um total de 11,1 milhões de espectadores.
O número de bilhetes vendidos foi de 4,4 milhões, gerando receitas no valor de 72,1 milhões de Euros.
O teatro foi, de todas as modalidades de espectáculos, aquela que continuou a ter maior número de sessões (42% do total), contudo, os concertos de música ligeira tiveram o maior número de espectadores (4,4 milhões) e de receitas de bilheteira (39 milhões de Euros), a que correspondeu um preço médio por bilhete de 24,2 Euros.
As receitas de bilheteira geradas pelo teatro foram de 11,1 milhões de Euros, resultando um preço médio por bilhete de 11,2 Euros. (...)
Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatísticas
Documento com as conclusões do Foro Teatral Ibérico e dos Encuentros Teatrales En La Raya.
Este encontro teatral transfronteiriço teve lugar em Novembro de 2009, no Teatro López de Ayala em Badajoz.
A Direcção dos Encontros esteve a cargo de Javier Leoni do SUROESTE TEATRO e a Direcção do FORO TEATRAL IBÉRICO de José Russo do Teatro Municipal de Évora e de Miguel Murillo do Teatro López de Ayala de Badajoz.

